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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

II Simpósio de Pós-Graduação do Programa "San Tiago Dantas" (UNESP, UNICAMP e PUC/SP)

Será realizado nos dias 16, 17 e 18 de novembro no Anexo dos Congressistas do Memorial da América Latina o II Simpósio de Pós-Graduação do Programa "San Tiago Dantas" (UNESP, UNICAMP e PUC/SP).
Uma iniciativa dos discentes do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais, pretende discutir e ampliar o debate e pesquisas dos pós-graduandos da área de RI. Contamos ainda com a participação de pesquisadores e professores de algumas das melhores universidades do país. Ainda teremos o lançamento de livros durante todo o evento.
Para mais informações: http://www.unesp.br/santiagodantassp

domingo, 8 de novembro de 2009

Em um mundo com...

Será que um mundo melhor e mais justo é possível? Quais serão as prioridades? Haverá uma mudança significativa? Será sustentável, ou melhor, haverá preocupações e ações sustentáveis?
Sinceramente não sei. Gostaria de acreditar que sim.
Gostaria que esse não fosse um pedido infantil e inútil.
Estava pensando em fazer esse texto como um dia da semana com, mas resolvi ampliar para um mundo com! Claro que não vai ser uma lista completa, nem tampouco objetiva, mas quem sabe se desejos anunciados não se tornam realidade?! Pelo menos muitos acreditam e eu quero acreditar que é possível melhorar com:

1) Solidariedade: Esse é um item que mais precisamos no momento, nosso próprio senso de humanidade está de certa forma em questão. Precisamos de mais justiça, mais equidade, igualdade, entendimento, convivência e integração real. Isso requer amor e compaixão que podem ser vistas como formas de solidariedade. Mas não devemos confundir isso com piedade ou ingenuidade. A solidariedade envolve conhecer, entender, aceitar, participar, melhorar e tantos outros sentimentos que realmente podem ser confundidos se não houver responsabilidade, respeito, ética e consciência.

2)  Responsabilidade, Respeito, Ética e Consciência: O que implica sermos responsáveis? É só assumir as consequências de nossas ações? Sermos "culpados" por aquilo que fazemos? Ou também envolve pensar e cuidar, tanto as coisas materiais como os outros? Envolvem práticas éticas, respeitosas conscientes? Tudo deve ser levado em conta, mas não podemos ser obtusos e radicais ou mesmo ficar sem ação pelas preocupações. Todos nós temos vontades, desejos e condições diversas é preciso respeito ao próximo para que não haja imposições e dominações. A ética e a conscientização requerem que saberes e conhecimentos sejam considerados nas ações e aplicações práticas, mas de forma responsável e com respeito à vida, à saúde, ao ambiente.

3)  Saberes e Conhecimentos: A busca pela "previsibilidade" é um dos grandes desafios impostos à Ciência. A informação, os saberes e o conhecimento fazem parte dessa busca. O resultado nem sempre é como esperado, afinal o fator humano deve ser levado em conta e é um fator imprevisível, mutável, dinâmico. Não quer dizer que não possa haver saberes e conhecimentos 'verdadeiros', úteis, precisos, nem que a imprevisibilidade e incerteza sejam maléficas. É preciso uma maior integração, interação e auxílio entre os diversos saberes, conhecimentos e práticas. A transdisciplinaridade não significa acúmulo de conhecimento pura e simplesmente. Nem que todos devem saber de tudo a todo o momento, mas que haja condições e diálogos constantes que facilitem pensar no todo.
4) Sustentabilidade: Ainda que em muitos aspectos seja um termo genérico, em que a definição utilizada pode ser questionada pelas diversas práticas e teorias. Há também um consenso sobre o que envolve a Sustentabilidade. O mais utilizado é um excerto do relatório Brundtland de 1987 ou como é intitulado “Nosso Futuro Comum”, que afirma que o Desenvolvimento Sustentável é a capacidade de prover as necessidades atuais sem prejudicar as gerações futuras. Mesmo muito mais amplo que isso é geralmente esse a ideia mais divulgada. Também envolve os pontos acima já discutidos e outras questões. O interessante é a visão e importância humana impregnada nessa perspectiva. Isso tem também um razão e um contexto por trás de qualquer declaração e sua respectiva aceitação. O momento atual permite, em certos aspectos, expandir a discussão e reflexão, até mesmo ações, estudos e projetos refletem essa expansão. Mas não significa, infelizmente, uma maior participação e integração da sociedade, nem que há equidade e justiça.
5) Equidade, Justiça, Participação. Não há solidariedade sem justiça, sem igualdade, nem justiça sem humanidade, afinal esses são termos interconectados e de certa maneira co-dependentes, e também são conceitos que nós definimos ao longo do tempo. Se igualdade é definida como condições, direitos e oportunidades iguais, sem discriminação e preconceitos relativos à etnia, origem, sexo, gosto, escolhas e opções diversas. A Justiça faz parte dessa igualdade, como forma de que ela possa ser garantida, mas também se relaciona as normas que são criadas pela convivência e costumes. Para que estas normas sejam cumpridas e não sejam arbitrárias é preciso que haja participação, aceitação de todos, ou pelo menos, da maioria da sociedade na formulação de normas. O problema é colocar isso em prática, a dinâmica da sociedade não permite que as respostas sejam sempre adequadas, as interferências e interesses fazem com que sejam quase sempre imprevisíveis os resultados das escolhas e ações em prol da justiça, equidade e sustentabilidade.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O cheiro que a sociedade exala

Para variar, hoje, um conto "fictício":


Ao entrar em um ônibus lotado quase sem espaço e sem ar para se compartilhar o empurra-empurra é algo cotidiano. Desta vez, porém, estava sentado mais ao fundo. Preparando meu espírito para as quase duas horas até chegar em casa pelo menos dessa vez seria sentado. Isso se não ceder meu lugar para alguém mais 'necessitado'.
O andar de uma carruagem seria muito mais veloz, mas nem por isso eu tento me preocupar. A questão do meu assento é mais prioritária. Chega uma senhora idosa, mas ela consegue um lugar mais à frente. Uma grávida se dirige até minha poltrona, ainda bem que tem um lugar vazio ao meu lado. Pronto, o resto pode ir à pé sem maiores problemas, pelo visto vou conseguir ir sentado hoje. Olhando em volta para aqueles olhares cansados e desanimados imagino que minha cara também esteja naquele estado, se não pior. Talvez bem pior. E olha que o dia nem foi tão puxado. Mas já é a rotina ter o ar envolto de cansaço.
Nem dez minutos se passaram e a distância não deve ter passado de uns quinhentos metros. De repente a porta do ônibus se abre e ninguém desce. Ao contrário um ser começa com dificuldades a subir as escadas. O ar vai mudando de figura, daquela sensação existente vai se sobrepondo outra. Uma espécie de indignação, desespero e desânimo. Junto um cheiro de algo comparado a um ralo de banheiro entupido.
Olha a sua volta, olha, mas sem ver e também sem ser visto. Um lugar vaga e é justamente na minha frente, putz penso eu e posso ouvir quase todos em volta dizerem quase o mesmo. Logo depois penso que esse é um pensamento vergonhoso de se ter. Por que ele não pode ter o mesmo direito de estar aí, sentado na minha frente e com o cheiro mais puro da sociedade moderna? E esse cheiro no ar é também o cheiro da hipocrisia que a sociedade finge que não vê.
Apesar das caras feias, das tentativas de taparem os narizes e de reações adversas semelhantes, as pessoas tentam ignorar ao máximo. Logo penso também que ambos os pensamentos que tive antes foram exagerados. Talvez a sociedade não tenha culpa, pelo menos não nós pobres coitados que temos que compartilhar uma lata de sardinha para nos locomover.

Enquanto a viagem vai caminhando e as pessoas tentam se acostumar, umas ainda mostram uma indignidade e descontentamento velados, outras buscam ignorar e tentar agir o mais naturalmente exceto quando o ar é mais adensado e o vento vindo das janelas se torna insuficiente. Até aí sem problemas, mais meia hora e minha viagem termina. Pessoas que vão atingindo seu destino parecem ter a face mais aliviada só pelo fato de estar perto da porta e de já não terem mais que aguentar o cheiro da sociedade.
Os lugares vão ficando vagos, quase ninguém quer chegar perto da figura que exala o cheiro da sociedade, uma senhora distraída se posiciona bem ao lado do sujeito. Fico contando o tempo e observando o olhar e a expressão da senhora.
Nos primeiros segundos tudo bem, mas logo ela começa a sentir algo diferente, sua expressão vai mudando. Olha para os lados, não vê nada. Olha para trás, nada. Até confere os sapatos para ver se não havia pisado em nada, ainda nada. De repente sua percepção parece aumentar e olha finalmente para a criatura que havia evitado. O olhar e a cara de nojo como tantas outras já haviam feito antes.
Exatamente dois minutos e quarenta segundos e a mulher vai o mais longe possível. A senhora grávida ao meu lado está quase desmaiando. Acho que os sentidos estão mais aguçados, mas até aí ela tentou se portar da forma mais natural possível. Um ponto depois, ela desce. Outra pessoa mais à frente já não suporta mais e desce também, ou será que chegou ao seu destino? Não sei, talvez nunca saberei, mas não importa.
Um casal se dirige para o local que já está virando uma zona temida e evitada, apenas algumas figuras permanecem, eu inclusive. Mas não sei se era por preguiça ou pela situação que estava suscitando tantas indagações. O casal parece apaixonado, nem percebe em que lugar estão sentando. É justamente atrás do lugar que já está virando uma quarentena sem nem precisar de aviso.
As caretas continuam, o desespero por um lado aumenta, a tentativa de agir normalidade também. Mas independentemente das escolhas e reações das pessoas a unanimidade é ignorar o "incômodo". E até a metade da viagem, ninguém incomodou ou foi incomodada diretamente pela pessoa. O cheiro parece ser a única coisa, mas já está se tornando para algumas criaturas, demais. Está se impregnado e se espalhando.
Eu olho para as pessoas nos olhos, não sei que expressão fiz, tentei ser o mais neutro, tentei olhar sem preconceito. 
Uma fração de segundo nosso olhos se encontram. Posso estar enganado, mas via um feixe de luz muito pequeno, indicava um pouco de vida no olhar do cidadão ignorado. As marcar no rosto e a feição mais cansada que a minha, mostram uma vida dura e de sofrimento. Um tempo em que os preconceitos e as dificuldades ficaram para sempre marcados.Essa fração de segundo passa a reação foi de abaixar a cabeça envergonhada de ambos os lados, mas da outra parte pareceu maior que a minha.
Não pude deixar de achar uma certa ironia, agora eu estava sendo evitado, vai saber. Como existem loucos por essa cidade, talvez possa ser para evitar alguma reação de indignidade ou violência da minha parte. Não dá para saber ou mesmo conhecer as pessoas que dividem esta viagem.
Isso se confirma com a explosão do senhor apaixonado. Nem dez minutos haviam se passado e ele grita em alto em bom som: "Nossa, tem algum esgoto a céu aberto?!". "Que fedor, hein?!" A namorada concorda, talvez não com palavras, mas certamente sua expressão de nojo era bem maior que qualquer outra na condução. Olhando com mais atenção para o casal percebi que eram religiosos, pelo menos os apetrechos que usavam assim indicavam. A reação começou a ser maior e não vale a pena reproduzir, olhando para o lado via algumas cabeças balançando. Muitas em concordância.
Não sei se isso levou a alguma reação ou se já era o ponto da pessoa que motivou esse conto, mas ela se levanta e desce no próximo ponto. Um novo encontro de olhar e a luz que já era pouca, parece diminuir. Talvez tenha sido só uma sombra, não tenho como saber. O cheiro da sociedade continua pairando no ar. Acreditei que a hipocrisia era mais forte que o próprio cheiro da sociedade.
Nem cinco minutos depois da manifestação de incômodo, o casal desce. Isso, realmente me incomodou mais que qualquer outra coisa da viagem. Mas ficar indignado não levaria a nada. Vou escrever essa situação, pensei eu....
Para muitos isso pode ser considerado um conto, uma fábula, algo com uma moral por trás ou não. Quem sabe um dia essa situação seja apenas um mito ou uma lenda....






quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Um dia sem carne. A já odiada segunda foi escolhida, será que vai emplacar?

Mas será que é um dia bom? Será que vai emplacar?
As chances são boas, mas a segunda-feira já é estigmatizada,costuma ser um dia estressante, cansativo, ter de voltar ao trabalho não é agradável para muitas pessoas, voltar a rotina e encarar o resto da semana. Claro que esse é o argumento mais tosco, mas não queria sobrecarregar a pobre segunda. Também é óbvio que não é algo obrigatório e impositivo que você tenha que cumprir ou sofrer uma multa por almoçar uma picanha em plena segunda. Acho que não chega a tanto.
É uma tentativa de conscientizar para o problema da alimentação e a busca de alternativas, variar os dias, mas pelo menos uma vez por semana evitar o uso de carne e seus derivados. Pelo menos foi isso que eu entendi da campanha. Acho que a segunda foi só uma forma de simbolizar... A religiosidade pode ser útil nessa campanha, afinal na sexta-feira santa dos católicos pode se tornar mais um dia sem carne. Os judeus e muçulmanos já não comem carne de porco normalmente então é uma contribuição. Os hindus nem se falam, afinal a vaca e tantos outros animais sendo sagrados é uma benção.
Mas estava pensando nos dados apresentados e imaginando que se houver mesmo uma redução efetiva no consumo de carne, isso não significa que automaticamente essa energia economizada em água e diminuindo o efeito estufa irá mesmo beneficiar a humanidade. Sabe-se lá onde ela será usada não é mesmo? E um dia sem comer carne, também não significa redução no consumo total de carnes. Alguém sempre pode querer compensar o não-consumo de um dia em um outro qualquer...
Por isso a campanha deve também buscar a conscientização que efetive a redução do consumo e que crie alternativas e propostas para que uma economia real, mesmo que não haja um dia específico para isso.
Baseado nessa campanha poderíamos ampliar para outros setores que ajudem não só na preservação ambiental. Assim poderia ser "UM DIA por semana SEM:"

1 - Violência. Sem roubos, sequestros, assassinatos ou brigas de trânsito. Sem picaretagem ou corrupção na Política, Congresso e Repartições Públicas. O quanto será que isso economizaria?

2 - Banho. Vai dizer que você toma banho todo dia? Só evite que seja justo o dia daquela caminhada de duas horas no sol escaldante ou depois daquela ginástica e/ou academia. E para quem usa banheira, busque reutilizar a água sempre! Menos em banheiras de Motel...

3 - Carro. Vamos ampliar o dia mundial sem carro para semanal. O rodízio em São Paulo tá aí para dar uma mãozinha, em vez de sair mais cedo ou comprar outro carro, por que não contar com o velho transporte público?

4- Trabalho. Todo mundo merece folga, por que não durante a semana?!

5 - Ver Televisão. Venhamos e convenhamos que essa é a mais fácil de todas, por incrível que pareça.

6 - Internet. Tá eu sei que é praticamente impossível para muita gente viciada, eu incluso, mas não custa tentar. Que tal fazer logo um dia sem uso de Eletricidade, podemos juntar muitos itens nesse dia! Eu confesso que não conseguiria, pode ser algumas horas do dia? Tá, quando eu estivesse dormindo não valeria...

7 - Agrotóxicos.Tá certo que existem produtos orgânicos e, para mim, todos os produtos deveriam ter sua alternativa orgânica ou serem já todos orgânicos.

8 - Trocar de Roupa. Ué, menos roupa para lavar significa economia de água, a não ser que você use uma máquina de lavar. Aí você tem que esperar acumular um número significativo de roupa para não ser considerado desperdício, mas ter muitas roupas no armário, em si, já poderia ser considerado desperdício? Enfim, não troque de roupa todo dia, somente as íntimas já são o suficiente!

9 - Comprar. Sim é possível passar vários dias sem comprar nada, principalmente quando você não tem dinheiro, o importante é não comprar coisas fúteis e buscar sempre o consumo consciente. Sim, mais de dois ou três sapatos podem ser considerada futilidade. Para muitas pessoas mais de um já é muito fútil...

10 - Telefone. Essa não sei o que pode contribuir além do consumo de energia, no caso de celular e sem fio e no fim do mês para todos os caso, aliás se puderem se comunicar pela Internet (MSN, Skype e tantos outros) dizem que a emissão é menor.

11 - Música eletrônica. Querendo ou não "fanque (funk) brasileiro é "eletrônico". É só para diferenciar que tem música que não gasta energia, mas ainda pode ser de mal gosto para uns, mas não estamos aqui para discutir gosto. Bom, na verdade, estamos, mas não agora.

12 - Jogos eletrônicos. Devemos diferenciar da Internet e música, mas o princípio é o mesmo.

13 - Fila. Já pensou você chega no lugar e já é atendido o quanto que isso economizaria? Pelo menos do seu tempo....

14 - Trânsito. Em São Paulo, acho que nem os feriados prolongados estão conseguindo fazer esse milagre.

15 - Produtos Industrializados. Aquela gororoba embalada ou enlatada que às vezes você chama de janta só porque esquenta no micro-ondas pode e deve ser evitada. E larga logo o refrigerante e a cerveja, pelo menos por um dia. Aliás, o ideal, nesse último caso, seria só UMA vez por semana, e olhe lá! Pode acrescentar frituras e guloseimas a essa lista também. Não esqueça o cigarro e outras substâncias tóxicas.

16 - Poluição. Infelizmente isso nem mesmo deveria existir e não é uma coisa que se possa controlar assim tão fácil, não dá para falar que quarta é o dia sem poluição, pois mesmo que não ocorresse nenhuma emissão no dia ainda existiriam resíduos acumulados de dias anteriores. Não quer dizer que não seja uma má ideia. Um dia sem Emissão de poluentes, sem desmatamento seria ótimo.

Bom, claro que algumas dessas propostas não devem ser levadas tão a sério, existem inúmeras outras que com certeza você pensou enquanto estava lendo. Algumas das propostas acima pareceram absurdas, enquanto outras soaram razoáveis. O interessante é olhar para elas e refletir sobre sua possibilidade e importância, para você e para o mundo em geral. Se não der para fazer um dia da semana sem, que tal diminuir?
Não é um dia que muda o mundo, mas se você parar para pensar são16 sugestões, mais o dia sem carne já são 17 para uma semana de apenas 7 dias, isso é considerável. E ainda existem milhares de opções que você pode ir descobrindo.
Em um próximo texto vou tentar incluir "UM DIA por semana COM". Nossa sociedade está muito acostumada a uma visão repressora, punitiva e positivada das coisas, precisamos pensar em outras opções e outros aspectos também não só o que está errado, mas o que está e o que precisamos mais para dar certo.